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27/10/2015 | II Seminário de Gestão Ambiental Pública supera expectativas

Três dias dedicados para a inserção em temas inerentes ao meio ambiente e a gestão ambiental pública. A proposta de realizar um seminário, evento que ocorreu até sexta-feira (23/10) no Instituto Federal Sul-Rio-grandense (IFSul), para debater a temática e trocar experiências com o meio acadêmico satisfez organizadores e participantes. Ao todo, 415 pessoas participaram. “A avaliação que fazemos é acima das expectativas, tanto em número de público quanto do nível dos palestrantes e temas abordados. O sucesso configura criarmos um marco de seminário promovido na cidade”, analisou o coordenador-geral de meio ambiente da empresa Serviços Técnicos de Engenharia S.A. (STE), Adriano Panazzolo.

 

Para um dos organizadores do evento e coordenador do curso superior de Tecnologia em Gestão Ambiental do IFSul, Marcelo Hartwig, o resultado foi excelente. “Tivemos bom retorno dos alunos, principalmente por termos recebido palestrantes de outras instituições. A direção já manifestou que gostaria de continuar realizando o evento aqui”, destacou. A estudante do curso, Márcia Fernanda da Silva de Oliveira, diz ter superado suas expectativas. “Foi muito bom. Como estou fazendo curso de Gestão Ambiental no IFSul contribuiu muito”.

 

Aproximar a prática do acadêmico e vice-versa

 

No último dia do evento a programação contou com quatro minicursos, duas mesas de discussão e uma palestra de encerramento. No turno da manhã os temas abordados foram supervisão ambiental, monitoramento de fauna, certificações ambientais e reabilitação da fauna marinha. Quem optou por uma atividade prática pode conhecer o Sítio de Visitação da Paleotoca Gilberto Azevedo de Azevedo com orientação dos acadêmicos no Núcleo de Estudos em Paleontologia e Estratigrafia (NEPALE) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel). Conhecendo o espaço, a geógrafa Maria de Fátima Pacheco revelou ter tido contato com o projeto na Feira do Livro de Pelotas e estar satisfeita com o seminário. “Estou adorando. A proposta foi bem multidisciplinar, havendo uma troca de experiência com várias áreas”, afirmou.

 

Recursos hídricos, recuperação de áreas degradadas e geoprocessamento foram os tópicos explorados pelos palestrantes no turno da tarde e noite. O economista Eugênio Cánepa fez um paradoxo entre a legislação brasileira e a sua aplicação quanto aos recursos hídricos. “Poderíamos ter evoluído se os governos tivessem respeitado a constituição”, destacou na mesa compartilhada com o engenheiro Adriano Panazzolo e com o professor Vitor Tavares. A agrônoma Carmem Vieira falou sobre os conceitos da recuperação, degradação e os elementos básicos para caracterização e diagnóstico, acompanhada do professor Luís Fernando Spinelli. “O que me move é poder divulgar, gerar e transmitir o conhecimento que fica muito preso na universidade”, explicou. O evento encerrou com uma palestra sobre a utilização de dados georreferenciados na gestão ambiental, proferida pela geógrafa Daniela Viegas e pelo professor Carlos Tagliani. 

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